
Gracyanne Barbosa fala à repórter Melyssa sobre superação após cirurgia no joelho.
A preparação para o Carnaval carioca sempre exige o máximo de suas estrelas, mas para Gracyanne Barbosa, o ciclo de 2026 trouxe um desafio inesperado: uma operação no joelho em um momento crucial dos preparativos. Em entrevista exclusiva à repórter Melyssa, a rainha de bateria abriu o coração sobre como a lesão transformou sua rotina e sua mentalidade.
A Difícil Arte de Desacelerar:
Questionada por Melyssa sobre o impacto dessa mudança drástica, Gracyanne não escondeu que o processo de “frear” foi um exercício de resiliência. “Um amigo me falou que seria um momento em que eu estaria muito sozinha, porque a vida de todo mundo continua enquanto você precisa parar”, desabafou a musa, reforçando que o período serviu para ressignificar suas prioridades.
Vulnerabilidade e Rede de Apoio:
Conhecida por sua disciplina e independência extrema, a rainha revelou que a maior lição veio da vulnerabilidade. Devido à limitação no joelho, tarefas simples tornaram-se grandes obstáculos. “Precisei de ajuda para tudo, desde tomar banho até comer nos primeiros dias. A gente não faz nada sozinha”, afirmou, destacando a importância de saber pedir auxílio.
O Som da Bateria e a Gratidão:
Mesmo com as restrições físicas que a impedem de sambar com a intensidade de costume, Gracyanne celebrou o fato de estar presente no desfile. “Escutar a bateria e não poder sambar é muito difícil, é o coração da escola. Mas o acolhimento que recebi e o fato de estar aqui tornam este Carnaval inesquecível”.
Foto: Bicuda Folia/ Ensaios Técnicos
Marcely Moura.
